segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Você tem que encontrar o que você ama




Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.



A primeira história é sobre ligar os pontos

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: "Apareceu um garoto. Vocês o querem?" Eles disseram: "É claro." Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.
Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação - o Macintosh - e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.
Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.
Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: "Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último". Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: "Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?" E se a resposta é "não" por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas - que é o código dos médicos para "preparar para morrer". Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: "Continue com fome, continue bobo". Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/evolucao/aberto/ar_80039.shtml

domingo, 14 de dezembro de 2008

Leia a Bíblia



É comum ouvirmos falar que a Bíblia é o livro mais vendido no mundo. Isso é motivo de alegria para todos os cristãos, mas apesar das estatísticas sobre as vendas fica uma pergunta no ar: será que a Bíblia é o livro mais lido?

Uma das características da igreja “Evangélica” ou “Protestante” é o incentivo que os lideres fazem para a leitura da Bíblia. Isso começou a crescer, com o surgimento de traduções, que foram feitas a partir dos manuscritos em grego e hebraico.
Acho que quase todos que lerem esse estudo, já devem ter ouvido a seguinte frase: “Leia a Bíblia”.

Nosso tempo é um tempo de modernindades com uma disponibilidade muito grande de materiais e nao conseguimos escolher o melhor.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Sites

Escrevo esta pequena nota para agradecer a todos que visitam os meus sites.

No mês de novembro o site Estudos Novo Tempo teve aproximadamente 3.000 acessos de vários lugares do mundo!

Outro site que teve um bom número de acessos foi o Antigo Testamento que chegou a aproximadamente 1.500 acessos.

Realmente é uma alegria receber os comentários que os visitantes deixam nos sites e muito mais do que a alegria dos comentários é o fato de saber que pessoas dos mais diferentes lugares do Brasil e do mundo estão usando os sites para aprenderem mais sobre a Palavra de Deus.

Conto com as orações de todos!

Um grande abraço

sábado, 29 de novembro de 2008

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Mark Driscoll

Você já ouviu falar do pastor Mark Driscoll? Talvez não! Mas esse jovem pastor tem desenvolvido um bonito ministério onde os princípios bíblicos e os valores da Reforma Protestante são valorizados. Driscoll já pertenceu a “Igreja Emergente” e hoje desperta a mesma simpatia dos jovens sem jogar no lixo a “ortodoxia” em nome de uma “interpretação superior do Evangelho”.
Driscoll não tem o estereotípico de pastor, mas suas palavras são pastorais. Driscoll é um exemplo com a teologia protestante conservadora pode se compreensível nessa sociedade pós-moderna, sem os exageros dos fundamentalistas e sem mesclar com as falácias dos liberais.
Vale a pena conhecer...


Mark Driscoll falando sobre a cultura pós-moderna e função missional da igreja.




Obs: Para ativar a legenda, clique no botão no lado direito do player com a opção "ativar legendas".


Um dos sermões de Mark Driscoll



Fonte: http://teologiapentecostal.blogspot.com/

Por Que eu amo John Piper



Logo estarei indo falar na Conferência Desiring God, do Dr. John Piper. Ele me pediu que falasse sobre Cristo, controvérsias e palavras duras, ou algo parecido. Basicamente, o fato é que não importa o que eu diga, os críticos que geralmente esquecem do papo “dê a outra face” que Jesus dizia não medirão esforços para tornar minhas palavras em controvérsias com suas palavras duras. Será divertido.

Eu admito, esse tópico não seria a minha primeira escolha, pois dá muita corda para ou balançar de um lado para o outro ou se enforcar, dependendo de como vá a palestra. Mas eu aceitei o convite em grande parte para conseguir passar algum tempo com o Dr. John Piper. Para ser honesto, ele é tão bom fora dos púlpitos quanto é falando neles. Eu digo isso sem nenhum tom desrespeitoso, pois ele é um dos melhores pregadores do planeta, e conseguiria manter minha atenção até mesmo lendo a lista telefônica. Mas quando ele está fora do púlpito, a congregação já foi embora, os microfones estão desligados, e estamos saboreando alguma refeição, eu tenho aprendido que ele é ainda mais agradável, encorajador, prestativo, apaixonante e convincente. Por exemplo, recentemente coloquei uma longa entrevista que fiz com ele no meu blog, e nessa entrevista ele foi tão genuíno e honesto que em alguns pontos, a entrevista é algo como crua. Eu enviei a entrevista final para que ele desse sua permissão antes de postá-la, e ele não a editou de forma alguma. Então, partindo do meu amor por um homem a quem considero um grande mentor e amigo, achei que seria divertido compartilhar quatro razões pelas quais eu aprecio John Piper, antes de ir falar em sua conferência.


1. Ele é o cara mais fervoroso que já conheci.

Claro, ele é em primeiro lugar fervoroso pela glória de Deus. Mas ele é fervoroso sobre quase tudo também. Por exemplo, na primeira vez que ele veio falar na Igreja Mars Hill, os amendoins que colocamos na mesa como petiscos eram sem sal. Eu aprendi que é bem fervoroso por amendoins com sal.

2. Ele não parece se importe com seus índices de aprovação.

Ele não possui uma TV, e eu aposto que ele passa menos tempo checando o que outras pessoas dizem a respeito dele através do Technorati e do Google do que ele gasta vendo TV.

3. Ele tem um coração de pai.

Ao contrário de outros homens idosos que se sentem ameaçados por homens mais novos, eu tenho visto repetidas vezes que o Dr. Piper tem um coração de pai para encorajar, exortar e animar homens mais novos. As poucas vezes que pudemos passar um tempo juntos foram incrivelmente transformadoras. Em algumas ocasiões ele foi gracioso o bastante para sentar-se junto aos jovens plantadores de igrejas em nossa rede Atos 29, sem microfones e dando respostas bem honestas a perguntas doloridas sobre a vida, ministério e família. Nesses momentos, de seu coração e sem preparo algum surgem ouro puro que meus irmãos na Atos 29 ainda falam a respeito. Especialmente notável foi a pergunta de Jonathan McIntosh, da Journey Church, em Saint Louis, que perguntou o que ele teria a oferecer como sabedoria final a jovens pastores. Piper enterrou seu rosto em suas mãos para pensar e orar por alguns minutos enquanto o resto de nós segurava a respiração e esperava. Ele então levantou seu rosto e forçosamente nos encorajou a arrancar nossos olhos antes de olhar uma mulher com cobiça (a não ser que fosse nossa esposa, é claro), e cortar fora nossa mãos antes de tocar uma mulher senão nossa esposa.

Pessoalmente, eu nunca vou me esquecer da vez em que ele nos contou de quando, perto da época do natal, ele segurava em seus braços seu neto, morto durante o parto, e com lágrimas rolando de seus olhos, orava pedindo a Deus que trouxesse aquele bebê de volta à vida. Eu olhei ao redor daquela sala e vi dúzias de jovens pastores, incluindo a mim, lutando contra as lágrimas.

4. Ao não tentar ser cool… ele é cool.

Eu não posso confirmar isso, mas acho que o Dr. Piper tem apenas um paletó. Eu vejo ele pregando com esse paletó todas as vezes, e ele é feito de tweed, com alguns anos de serviço. Eu também acho que ele possui apenas um cinto, pois eu nunca vi nenhum outro. Ele dirige um carro simples, vive uma vida simples, não tem nenhuma tatuagem (pelo menos não que eu tenha visto), não anda de skate e gosta de ler cosas escritas por homens que já morreram. Mas ao tentar apenas ser ele mesmo, ao invés de tentar ser um cara cool, ele curiosamente se tornou cool, pois ele se importa com Cristo, e isso é sempre cool.

Mark Driscoll
Fonte: SOLOMON1

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Como eram as coisas antigamente...


Lá por 1894 uma tal Ruth Smythers, esposa de um pastor metodista, escreveu um livro entitulado "Sex Tips for Husband and Wives" onde oferecia conselhos para jovens casais. Estamos falando da época vitoriana quando as relações sexuais eram consideradas mais próprias de rebeldes e de gente sem ter o que fazer do que uma forma de dar prazer ao corpo. Na seqüência alguns dos conselhos de Ruth:

A esposa deverá estar sempre alerta para manter o mínimo de relações sexuais e limitar a qualidade e o grau das mesmas.

Deve se lembrar em conta que um marido egoísta e sensual sempre poderá abusar sexualmente de sua esposa, em qualquer caso, o sexo deve ser pouco praticado, muito pouco mesmo, porque de outra forma poderia se converter em orgia luxuriosa.

A maioria dos homens são pervertidos por natureza e se dermos a mínima oportunidade, seremos envolvida em problemas tais como fazer amor em posições estranhas ou ainda que te beijem por todo o corpo e vice-versa.

A recém casada poderá permitir um máximo de duas breves relações sexuais à semana e à medida que o tempo vá trascorrendo fará todo o possível para reduzir a freqüência das mesmas.

Fingir uma doença, a falta de sono ou as dores de cabeça podem ser seus melhores aliados.

Para muitos maridos o melhor do ato sexual encontra-se no relaxamento, por causa da exaustão, que vem logo após a relação. A esposa deverá assegurar que esse relaxamento seja mínimo, de outra forma o marido poderia se ver tentado a repetir.

As boas esposas deverão estar sempre em contínua aprendizagem e pôr em prática novos métodos para dissuadir o marido quando este sinta-se excitado sexualmente. Iniciar qualquer tipo de discussão antes da relação é um método muito eficaz.

A esposa nunca permitirá que seu marido possa observar seu corpo nu e nunca permitirá que ele lhe mostre o seu.

Se teu marido tentar te beijar na boca gire a cabeça delicadamente. Se levantar sua blusa e tentar beijar qualquer outra parte do seu corpo reage imediatamente colocando rapidamente a blusa, pule da cama diga que tens que ir ao banheiro.

A esposa se manterá completamente em silêncio enquanto o marido sopra e ofega durante o ato e sob nenhuma circunstância pronunciará palavra alguma durante o mesmo ou qualquer outro tipo de exclamação.

fonte: MDig